segunda-feira, janeiro 31, 2011

Invasão confortável

Janelas e portas entre abertas
a espreitar ceitas e togas.
Estreita-me!


F o l g a d a m e n t e, largo o eu no breu
Lá, destrambelhada, toco, bato, destruo 
Amo o correr e nele vou a amar
Rechaçando o rechaçar.
Por que é preciso parâmetros
Ainda que os meus.

Desmetrico falar transcrito
Diabólico conforto, não quero estar morto
No paralizante ato de não me imcodar
Chama que busca seu alimento no incendiar
Consome a madeira a me encaixotar
Encontra o ser, enoveia com faísca o marco
Em sua forma sem contorno,
Somente é, o ser a de leva-lo.


Ana Carolina




terça-feira, dezembro 28, 2010


Me colori com as cores que lhe fazem palhaço, 
com os malabares que voam, ainda que de aço.
Me ensina a ser bailarina no teu picadeiro
Faz espetáculo, sejas fantástico!
Na rima de apresentação me deixes presa
Me lance na cama e elastese meu sorriso
Viva em mim como magia eterna de criança
Mas como equilibrista, poeta, mágico, ator 
Segue para o público encantar 
 Me deixa borboleta a voar.

Ana Carolina

quarta-feira, dezembro 22, 2010


E quando estou só com multidões, envolvida no eu e no nós, é quando sou eu, pedido de parar: me dê um chocolate, um caderno e um lápis!


Carol