segunda-feira, janeiro 31, 2011

Invasão confortável

Janelas e portas entre abertas
a espreitar ceitas e togas.
Estreita-me!


F o l g a d a m e n t e, largo o eu no breu
Lá, destrambelhada, toco, bato, destruo 
Amo o correr e nele vou a amar
Rechaçando o rechaçar.
Por que é preciso parâmetros
Ainda que os meus.

Desmetrico falar transcrito
Diabólico conforto, não quero estar morto
No paralizante ato de não me imcodar
Chama que busca seu alimento no incendiar
Consome a madeira a me encaixotar
Encontra o ser, enoveia com faísca o marco
Em sua forma sem contorno,
Somente é, o ser a de leva-lo.


Ana Carolina




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